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ALGUNS QUESTIONAMENTOS
SOBRE O ATUAL CENÁRIO

 

•É o primeiro evento nacional de supply chain focado em gestão, integração e ancoragem de dados para discutir soluções na melhoria de processos de abastecimento de lojas, reposição mais eficiente, balanceamento de estoques,  etc. , com imersão total em tecnologia e plataformas que simplificam a gestão de excelência:
 

•Quais são as competências a serem desenvolvidas para evoluirmos em capacidade analítica para geração de resultados e alavancagem do sell-out?

•Quais são as ações prioritárias para atendermos as exigências do omnishopper?

•Qual é a inteligência analítica que as grandes redes estão desenvolvendo para integrar as bases de dados e identificar melhores oportunidades de negócios?

Abordaremos experiências, melhores práticas, ferramentas e oportunidades de desenvolvimento para avaliarmos nosso patamar de implantação do supply chain, através de processos e indicadores de gestão, etc.

 

Porque muitos varejistas atuam com base de dados desintegradas entre CRM, ERP, Previsão de Demanda?

Porque muitos varejistas insistem em atuar com dados com baixa qualidade gerando baixa retorno em sell-out?

Porque varejistas não investem e capacitam profissionais que alavancarão sell-out com gestão mais eficiente de ofertas?

Porque varejistas não investem em sistemas que priorizam e identificam oportunidades de sell-out, melhorando o abastecimento das lojas, reposição de produtos,  balanceamento eficiente de estoques, etc.?

Grande parte das companhias desprezam o verdadeiro papel do supply chain e seu valor para previsão de demanda, gestão comercial, inteligência de execução, etc. Com a transformação digital, essa visão tende a mudar o mindset das companhias.

Maioria das companhias não investem em estruturação e capacitação da área, muito menos promovem a inovação e criatividade da operação na busca de melhores resultados e/ou no desenvolvimento continuado de seus times.

Maioria das companhias não desdobram os conhecimentos gerenciais da ponta (execução, shopper, sell-out) para inteligência logística, não aproveitado o conhecimento específico do mercado e a inteligência da operação para melhorar o abastecimento, a distribuição, a reposição, o balanceamento de estoques no PDV, etc.

 

Você sabia que existem grandes operações varejistas com acuracidade de 40% de PLU/loja que geram desbalanceamento de estoques, excesso de estoques, rupturas em reposição de produtos,  considerando demandas não previstas por ofertas mal dimensionadas por categoria ou perfil de shopper?

  1. Política de gestão do supply chain

  2. Ausência da visão das lideranças da área

  3. Indefinição de metas de investimento

  4. Desconhecimento do omnishopper

  5. Falta de visão sobre os impactos da gestão

  6. Ausência de feedback do mercado

  7. Falta de engajamento com outras áreas afins

  8. Desconhecimento sobre potencial de integração

  9. Não responsabilização do Comercial sobre a quantia e mix de produtos negociados.

 

Ofertas mal dimensionadas gerando rupturas ou excesso de estoques, não sincronizadas com a previsão de demanda por categoria.

Ausência da estruturação da base de dados que não suportam as devidas integrações para diversos processos com diversas áreas

Poucos profissionais qualificados em identificar oportunidades de negócios através de datamining e cross selling com a leitura do perfil e shopper por categoria

Perda de vendas com a ausência de integração da base de dados entre CRM, Sell-Out e Execução, além dos dados de Previsão de Demanda e Curva de Abastecimento.

Grande atraso na avaliação e acompanhamento das vendas por categoria e perfil de shopper, além da curva de consumo pelo CRM com objetivo de traçar estratégias comerciais de melhor ROI.

 

Quais são os KPIS que você deveria medir?

  • Ausência de planejamento por loja

  • Má gestão dos KPIS de consumo por perfil de shopper

  • Perda de tempo na análise de bases desestruturadas

  • Baixo controle da previsão de demanda (realizado)

  • Desbalanceamento de estoques

  • Perdas de vendas em ruptura e estoque virtual

  • Baixa produtividade na reposição na loja

  • Abastecimento dessincronizado com curva de estoque

  • Ausência de capacidade analítica na gestão de ofertas

  • Grande disparidade na estimativa de vendas definida pelo comprador na definição de ofertas

  • Baixa taxa do cumprimento de metas de demanda

  • Baixa qualidade dos dados de previsão (efeito serrote)

  • Lentidão na avaliação das vendas por categoria

  • Alto custo na avaliação de diversas bases para tomada de decisão

  • Baixa visibilidade da operação para planos de melhoria

  • Baixo nível de entendimento dos heat maps por categoria e missão de compra

  • Equipe insuficiente (logística X comercial) e com baixa capacidade analítica

  • Baixo investimento em capacitação de novas ferramentas de gestão dos dados

  • Alta taxa de conflitos entre gestores e equipe das áreas comercial e logística

  • Método ultrapassado de definição de metas e previsão de vendas

  • Ausência de avaliação de desempenho do shopper

  • Baixo grau de engajamento e confiança nos dados coletados e tratados

  • Problemas de integração dos dados entre as equipes de inteligência e logística

  • Baixo investimento em treinamento e requalificação dos times

  • Baixa taxa de remuneração variável sobre metas atingidas (balanceamento e giro de estoques)

  • Ausência de metodologia de avaliação sobre resultados de recência, frequência e valor

  • Desconhecimento dos impactos da falta de estrutura de TI no planejamento e gestão eficiente de ofertas

  • Falta de gestores capacitados que conseguem ter a visão completa dos processos e acompanhar sua evolução, provocar sua equipe e ser um influenciador para conduzir mudanças.

 

Visão Global do Mercado

A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL PRECISA PASSAR PELAS MÃOS DAS EQUIPES DE SUPPLY CHAIN

Estamos vivendo época do Varejo 4.0 com tecnologias que empoderam o shopper com acesso a todos os canais, com inteligência artificial ativa em diversos processos de avaliação de comportamento de compra, desenvolvimento da inteligência em execução, fidelidade e gestão inteligente de ofertas, etc

Estamos vivendo a mesma época para Supply Chain, garantida pelo desenvolvimento de inúmeras tecnologias de gestão de estoques (WMS), distribuição e abastecimento, transportes (TMS), roteirização, rastreabilidade de entregas e produtos, ancoragem e tratamento de dados, desenvolvimento de capacidade analítica, aprendizagem inovadora, mentoria para alta performance, engajamento das áreas para aumento de produtividade, equipes prontas para mudar mindset.

 

O SUPPLY INSIGHTS nasce como proposta de mobilização discutida junto aos  Comitês de Supply Chain, Trade Marketing e Inteligência de Shopper

COMITÊ DE SUPPLY CHAIN

 

Identificar oportunidades e boas práticas para desenvolvimento de soluções para melhorar a eficiência operacional de abastecimento e distribuição, engajamento e a experiência do shopper do Varejo 4.0, avaliando tecnologias que podem reduzir o atrito e gerar insights.

COMITÊ DE INTELIGÊNCIA

DE TRADE MARKETING

 

Aprenda a desenvolver as melhores plataformas de BI e estratégias comerciais para diferentes canais de vendas e distribuição com profissionais de larga experiência em operações de campo (“chão de loja”)

COMITÊ DE INTELIGÊNCIA

EM SHOPPER

 

Desenvolva as melhores pesquisas de comportamento de shopper por categoria, estudar as árvores de decisão por tipo de shopper, além da geração de insights, cruzando dados de execução e sell-out.

 

INTEGRAÇÃO DA BASE DE DADOS

 

Os desafios para integrar base de dados entre CRM, Faturamento (ERP), Previsão de Demanda, Gestão de Ofertas e Distribuição Balanceada para garantir sincronia e atualização de dados por PLU/Loja/Dia/CPF.

ESTRUTURAÇÃO DA BASE DE DADOS

A ancoragem da base de dados é fundamental para garantir a avaliação dos resultados da operação sem perda da qualidade em diversos processos de operação de loja, monitoramento da equipe, gestão e padronização dos processos.

DATA QUALITY

 

Qualificação dos dados é primordial para garantir o aproveitamento das informações sobre os produtos em todos os processos (previsão de demanda, tempo de abastecimento, gestão de estoque, giro médio, margem e preço, exposição em gôndola e ruptura) bem como seu comportamento por categoria, perfil e cluster de loja e comportamento do shopper.

CAPACIDADE ANALÍTICA

 

Todo o processo desde a saída do produto do fornecedor até sua passagem pelo PDV  precisa ser aprimorado para simplificar sua gestão, garantindo efetividade dos dados a fim de explorar oportunidades de negócios a partir de iniciativas prioritárias de inteligência comercial e analytics culminando com aumento da eficiência em toda a cadeia.

 

ANÁLISE PREDITIVA

Nunca iremos acertar a Previsão de Demanda, podemos errar menos.

Porém, a variabilidade de Demanda demonstra o comportamento de uma certa Demanda ao longo de um período de tempo. Nossa missão é PREVER melhor, porém grande parte das politicas e práticas das companhias, vem adicionando volatilidade à demanda, aumentando SKU’s, com ciclos de vida mais curtos. Infelizmente, atribui-se falhas à equipe de planejadores e não à política comercial praticada.

SEMPRE HÁ REPETIÇÃO DE PADRÕES HISTÓRICOS CERTO?  NÃO

 

Embora muito utilizada, a análise temporal procura correlações sucessivas, esperando sua repetição, desenhando um padrão bem semelhante ao do passado. Porém, há uma diferença entre análises quantitativas e qualitativas. Se houver diferença no ambiente, haverá alteração de padrão. A sazonalidade por si só não pode ser considerada a “responsável” pela variação do padrão, uma vez que ela também depende de outras variáveis. Todas as variações em dados históricos devem ser entendidas, pois vivemos num ambiente de negócios hostil e de mudanças repentinas. Portanto, o “causal” tende a mudar repetida e rapidamente.

FIDELIZAÇÃO DO SHOPPER X QUALIDADE DA INFORMAÇÃO COLETADA

 

Muito se discute sobre usar os dados coletados dos clientes através dos Apps de fidelidade, porém, a realidade é bem diferente da prática, pelo menos em nosso país. Muitos dos varejistas, mesmo os grandes, não estão adequadamente estruturados, tecnologicamente falando, para utilizarem tamanha volumetria de dados, para que sejam convertidas em “insights” e se transformarem no produto final tão cobiçado: o conhecimento aprofundado da jornada do shopper. O consumidor, no ato de compra numa loja física, ou mesmo virtual, passa por pelo menos 4 estágios psico-emocionais diferentes ocasionados pela compra. Como concatenar essa variedade de dados com a nossa realidade?

USANDO DADOS PARA ENCANTAR

 

No final do dia, encantar, fidelizar, reter o Shopper é uma tarefa que levará muito tempo até ser aperfeiçoada aos moldes ideais, principalmente no que se refere ao Varejo Brasileiro. As decisões neste mercado, são ainda muito dependentes de oportunidades, concorrência e altamente reativa à situação econômica. Num cenário ideal, isso seria alcançado através de mudanças profundas de mindset dos profissionais que atuam neste segmento, desde o CEO até o atendente da loja. Sem levantar questões sociais, não damos a devida importância hoje para o “rosto” da nossa loja que é formado pelo time de atendimento.